Técnicos, alunos e professores da UFPR tomam as ruas de Curitiba; confira fotos e vídeos

Do site do Sinditest

Manifestação de alunos, servidores técnicos e professores da UFPR (Fotos: Marcos/Sinditest)Quem transitou pelas principais ruas do centro de Curitiba hoje (26) no final da manhã, com certeza notou a passeata unificada das três categorias da Universidade Federal do Paraná. Este ato foi o primeiro a unir as três categorias da UFPR que estão em greve e, diga-se de passagem, contou também com a presença de servidores em greve da UTFPR.

Concentrados desde as 9h na Praça Santas Andrade, estudantes, professores e servidores iniciaram a caminhada por volta das 10h até a Boca Maldita e de volta para a Reitoria da UFPR. Pela primeira vez durante esta greve, as quatro pistas da Av. Marechal Deodoro foram fechadas pela passagem do movimento grevista, que contou com uma animada “bateria” de estudantes para se fazer escutar pela sociedade.

Embalada com palavras de ordem como “Da copa, da copa, da copa eu abro mão. Eu quero 10% do PIB para a educação!” e “A nossa greve é de verdade, só volto às aulas se voltar com qualidade”, a manifestação recebeu o apoio de diversas pessoas que passavam pela região. Isso mostra que a sociedade compreende cada vez mais a importância da luta em defesa da educação pública.

Ao chegar à reitoria da UFPR, o movimento grevista se dirigiu a sala do Conselho Universitário, onde foi recebido pelo reitor da universidade. Já na sala do conselho as três categorias fizeram uso da palavra. Os professores lembraram ao reitor da UFPR que a pauta local e a pauta nacional da categoria são diferentes e, mesmo que a categoria aceite a proposta do governo, isso não significa a saída da greve e o abandono da pauta local, ou vice-versa.

Wilson Messias, falando pelos servidores, fez questão de deixar claro o descontentamento com o andamento das negociações da pauta local dos técnicos com a reitoria da universidade. Os estudantes, por sua vez, leram uma carta endereçada ao reitor Zaki Akel Sobrinho pontuando as dificuldades em negociar a pauta da categoria com a comissão escolhida pela reitoria para tal.

Ao final da carta, os estudantes afirmam que não deixarão a reitoria sem uma resposta oficial e concreta às suas reivindicações. Por isso, pelo menos até as 19h de hoje, quando acontece uma nova assembleia estudantil, que deverá avaliar o últimos acontecimentos e encaminhar ações futuras, os estudantes devem permanecer no prédio da reitoria da UFPR.

Algumas imagens:

Concentração na Praça Santos AndradeCaminha pelas ruas centrais de CuritibaCaminha pelas ruas centrais de CuritibaCaminhada pelas ruas centrais de Curitiba

Caminhada pelas ruas centrais de CuritibaCaminhada pelas ruas centrais de CuritibaCaminhada pelas ruas centrais de CuritibaCaminhada pelas ruas centrais de CuritibaCaminhada pelas ruas centrais de CuritibaCaminhada pelas ruas centrais de CuritibaChegada ao pátio da reitoriaMovimento grevista chega à sala do COUN

Vídeo postado no YouTube mostra a passeata de hoje, na esquina das marechais:

Confira também as imagens no Flickr da UFPR

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Vídeo: Reitoria da UFPR fecha as portas na cara dos servidores técnico-administrativos em greve

Manifestação dos servidores técnico-administrativos, em greve, diante da porta da Pró-Reitoria de Administração (PRA) e do prédio onde fica o gabinete do reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, que está em férias. Com todas as portas fechadas às 11 horas da manhã, os trabalhadores tiveram que usar um atalho pelo Edifício Dom Pedro I para chegar até o gabinete. O vice-reitor Rogério Mulinari também não estava presente para receber a categoria, que busca negociar uma pauta local de reivindicações.

Saiba mais: No meio da greve, reitor da UFPR sai em férias sem responder à pauta local de reivindicações

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Vídeo: ‘Reitor Zaki Akel, engraçadinho, fugiu da greve de fininho’

Manifestação dos servidores técnico-administrativos, em greve, no gabinete do reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, que está em férias. Com todas as portas fechadas às 11 horas da manhã, os trabalhadores tiveram que usar um atalho pelo Edifício Dom Pedro I para chegar até o gabinete. O vice-reitor Rogério Mulinari também não estava presente para receber a categoria, que busca negociar uma pauta local de reivindicações.

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