Técnico-Administrativos da UFPR decidem encerrar greve

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E marcam paralisação no dia 30 de agosto em defesa do HC

Os servidores técnicos administrativos decidiram encerrar a greve e retornar ao trabalho a partir do dia 27.

Desta forma, a categoria acompanha o movimento nacional, que se retira da greve após a assinatura do acordo entre o governo e a Fasubra.

Mas a luta continua em defesa do Hospital de Clínicas.

No dia 30, o Conselho Universitário se posicionará sobre a implantação da EBSERH, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares no HC.

Em Defesa do HC 100% Público, vamos parar as atividades em toda a Universidade Federal do Paraná.

Deliberação dos Técnico-Administrativos da UFPR sobre o acordo de greve da Pauta Local

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Em assembleia realizada no dia 23 de agosto, foi exposto à categoria o encaminhamento da Comissão de Negociaçao em relação a pauta dos servidores técnicos administrativos  da UFPR.

A categoria compreendeu que a administração não contemplou todas as demandas e deliberou por um acordo parcial.

No link anexo apresentamos uma planilha com as demandas da categoria, a proposta da administração e o que foi aprovado em assembleia para a assinatura do acordo.

Pauta_local_2012

MOÇÃO DE APOIO AOS TRABALHADORES DO SETOR DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS

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MOÇÃO DE APOIO AOS TRABALHADORES DO SETOR DE
TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.Curitiba, 19 de agosto de 2012.

Enfatizamos nosso apoio aos movimentos grevistas dos
trabalhadores do TMO do HC-UFPR!
Historicamente, o Governo Federal (GF) tem ignorado as
condições de trabalho, a carreira, o salário e as especificidades dos
trabalhadores técnico-administrativos da educação. Já são somados
anos de luta sem o mínimo diálogo minimamente considerável
decente entre estes trabalhadores e o GF. Ainda, historicamente, o
GF tem ignorado a necessidade de investir massivamente em
Educação e Saúde, causando desconforto nas relações entre os
trabalhadores, por exemplo, oferecimento de menos leitos
hospitalares do que o ideal.
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Negociação avança, mas FASUBRA busca maior índice de reajuste

Nota

 www.fasubra.org.br
mpog1508

Em reunião hoje (15), no Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG) a respeito das reivindicações da categoria. A Federação foi recebida pelo secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento Sérgio Mendonça e pela secretária adjunta  Marcela Tapajós e Silva, além de representantes do Ministério da Educação (MEC).

A reunião aconteceu na sede do MPOG, em Brasília. Pela FASUBRA estavam presentes Janine Teixeira, Paulo Henrique dos Santos, Gibran Ramos, Rosângela Costa e Fátima dos Reis. Pelo Comando Nacional de Greve (CNG) participaram Francisco das Chagas Araújo, Sônia Maria de Melo e Josequias Santos.

O governo apresentou uma melhora significativa na proposta apresentada anteriormente. Há 64 dias em greve, os técnico-administrativos começam a avançar nas negociações depois de muito trabalho e empenho da direção nacional da FASUBRA e do CNG. A melhora se refere ao step de cerca de 3,8%, antes não oferecido. Outro avanço importante são os itens que se referem aos anexos III e IV da pauta, que dispõem sobre os incentivos por capacitação e qualificação. Estes pontos, a partir da tratativa, passam a contemplar todos da carreira. Continuar lendo

Grevistas culpam União e HC por dificuldade no transplante

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Publicado em 15/08/2012 por Sinditest

##Sinditest diz que furo na escala do setor de Medula Óssea poderia ter sido resolvido pelo hospital ## HC alega que há teto para número de horas extras e equipes já trabalham no limite ## Ambos reconhecem falta de profissionais

Jornal Metro – A tentativa de judicialização da greve e o pouco investimento em estrutura e pessoal são apontados pelo Sinditest (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público) como os motivos para a dificuldade de funcionamento do setor de TMO (Transplante de Medula Óssea) no HC (Hospital de Clínicas).

Em nota, o sindicato diz que a falta de profissionais (seis dos sete servidores em greve trabalham no turno da manhã) poderia ter sido resolvida desde o início da greve, em 11 de junho. “A direção do HC deixou o problema sem solução por dois meses, o que agravou as condições já precárias do TMO”, argumenta.

O HC afirma, também em nota, que vem negociando com os servidores e “buscou alternativas com a composição de servidores em regime de horas extras e plantões”. Porém, o governo federal limita em 90 horas por ano as horas extras.

Outro agravante, diz, é o quadro insuficiente de funcionários. “A equipe de enfermagem já trabalha normalmente no limite das horas extras e plantões, não restando margem para novas ampliações”.

Tanto que, dos 23 leitos do TMO, apenas 14 estavam funcionando antes da greve. Com a paralisação, eles caíram para oito. “A redução não teria ocorrido se a direção do hospital, ao invés de pressionar servidores para abrirem mão do direito de greve, encontrasse uma solução para a troca de plantões e escalas”, afirma o diretor do Sinditest, Márcio Palmares.

Palmares diz ainda que os profissionais trabalham em situação precária porque o governo federal não investe na formação deles e na estrutura do hospital. “Já recebemos o paciente em situação delicada”.

Na nota, o Sinditest também afirma que há subfinanciamento e uma crise orçamentária permanente. Alega que governo federal quer acabar com esses problemas entregando a gestão do HC à EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), assim como outros hospitais universitários. “(…) os planos de saúde ganharão ainda mais dinheiro e será possível contratar e demitir à vontade via CLT. Os trabalhadores estatutários (RJU) entrarão em extinção e os fundacionais (Funpar) serão demitidos”.

Reportagem de Camila Castro – Metro Curitiba

As mentiras do “Jornal Nacional” e da imprensa sobre a greve no TMO

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Imprensa lança campanha contra a greve no setor de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Hospital de Clínicas (HC) da UFPR

fonte:www.sinditest.org.br

Desde a última quarta-feira, 8 de agosto, a imprensa está empenhada numa campanha contra a greve dos trabalhadores do Hospital de Clínicas da UFPR, em particular contra a greve no setor de Transplante de Medula Óssea (TMO).

Uma reportagem do jornal “Metro” inaugurou a avalanche de matérias tendenciosas. Depois do Metro, apareceram reportagens similares em outros jornais impressos e principalmente nos telejornais, com destaque para o “Jornal Nacional”.

O objetivo dessa campanha é enfraquecer a greve no Hospital de Clínicas e, com isso, debilitar a greve em toda a UFPR, justamente num momento em que outras categorias do serviço público federal acabam de aderir à greve, aumentando a pressão sobre o governo, que se viu obrigado a abrir negociação com a FASUBRA. Continuar lendo

“PT age como um patrão das antigas”, diz servidor exonerado

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Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6066618-EI306,00-PT+funciona+como+patrao+das+antigas+diz+servidor+exonerad.html

Cesar Brod era coordenador de Inovação Tecnológica do Ministério do Planejamento e se exonerou após receber a ordem de cortar o ponto de grevistas. Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação

Cesar Brod era coordenador de Inovação Tecnológica do Ministério do Planejamento e se exonerou após receber a ordem de cortar o ponto de grevistas
Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação


HERMANO FREITAS

Coordenador de Inovação Tecnológica do Ministério do Planejamento no governo Dilma Roussef desde setembro de 2011, o empresário Cesar Augusto de Azambuja Brod, 48 anos, entregou o cargo no último dia 2. Sua atitude não teria passado de mais uma exoneração de servidor público descontente não tivesse sido motivada pela ordem de cortar o ponto dos 12 servidores federais em greve sob sua coordenação. Além de contrariar a ordem superior, divulgou uma carta em que acusa o Partido dos Trabalhadores (PT) de assumir postura patronal na negociação com os sindicatos.

Em entrevista exclusiva ao Terra por telefone de Brasília, o gaúcho afirmou que a decisão de se desligar respeitou a educação que a mãe professora lhe deu e que gostaria que esta atitude fosse entendida como uma mensagem de apoio aos docentes, em greve há 3 meses. “Aprendi com ela que a gente vem ao mundo sempre para aprender”, disse. Ele reafirmou o repúdio à política de endurecer na negociação com as categorias em greve. “O PT está funcionando como um patrão das antigas.”

Iniciados em julho, os protestos e as paralisações de servidores federais aumentaram em agosto. Ao menos 25 categorias estão em greve. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), o movimento atinge 28 órgãos, com 370 mil trabalhadores parados. O número é contestado pelo governo.

O Ministério do Planejamento declarou que está analisando qual o “espaço orçamentário” para negociar com as categorias. O governo tem até o dia 31 de agosto para enviar o projeto de lei orçamentária ao Congresso Nacional com os gastos para 2013.

Confira abaixo a entrevista que Brod concedeu ao Terra.

Terra – Como foi a exoneração?
Cesar Augusto de Azambuja Brod -
 As coordenações receberam a ordem de cortar o ponto dos seus funcionários em greve. Foi algo que veio direto de cima, sem discussão interna. Como sou de um cargo de confiança do governo, fiquei em uma posição muito delicada. Receber uma determinação que vai contra os meus princípios não me deixou confortável. Pensei que se eu aceitasse a decisão de cortar o ponto agora, o que teria de aceitar depois? Não me imaginei naquele momento seguindo no cargo. Esperava uma negociação mais evoluída do governo com os sindicatos.

Terra – E como está sendo a negociação?
Brod -
 Querem vencer os grevistas no cansaço, sem ver o funcionalismo federal como instrumento da mudança social que querem implementar. O PT, nesta posição que se coloca em relação aos grevistas, parece que aprendeu muito mais o que os patrões faziam quando estavam em greve do que em trazer o social para o governo. Me parece que esqueceu uma questão, a do papel do funcionalismo como uma forma de preservação de políticas de Estado. O PT está funcionando como um patrão das antigas, preocupado em dizer “o País é meu, dominei o jogo e o funcionalismo é só um acessório”.

Terra – O senhor recebeu mais apoio ou críticas?
Brod -
 Muito mais apoio do que críticas. Tinha um conhecimento muito bom da equipe com a qual eu trabalhava. Quando vi que meu nome apareceu no Terra e em outros meios fiquei surpreso, não imaginava que a decisão teria de tanto impacto. Recebi muitos e-mails, não só do Rio Grande do Sul como do País inteiro. Só meu diretor disse que deveria ter conversado com ele antes (de pedir a exoneração). Eu sabia que era uma decisão radical e pesada, mas que eu tinha que tomar daquele jeito se quisesse causar algum impacto positivo.

Terra – O senhor é filiado ao PT?
Brod -
 Nunca fui filiado, mas sempre fui simpatizante. Minha nomeação, apesar de ser um cargo de confiança, foi técnica. Sou militante de esquerda, mas não necessariamente ligado ao partido.

Terra – O que o senhor vai fazer agora?
Brod -
 Eu estava em um emprego dos sonhos. Trabalhava em software livre, com políticas públicas. Mas nunca trabalharia com o que vai contra meus princípios. Vou voltar para minha casa em Lajeado para descansar a cabeça no travesseiro e ficar com a família. Talvez retomar minha empresa de consultoria, atrás de algum projeto, mas preciso retomar a vida profissional porque não fiz um pé de meia.

Terra – Qual é a sensação que fica da experiência no governo?
Brod -
 Saio do governo um pouco decepcionado. O governo de um partido que surgiu das bases, da ação social, se distancia disso na relação com seus próprios funcionários.

Terra – O senhor tem alguma simpatia por alguma categoria em greve específica?
Brod -
 Olha, depois que eu saí pensei no que aconteceu e se eu tiver que apoiar uma categoria sempre vai ser a dos professores. Minha mãe foi professora em Guarulhos, funcionária pública e aprendi com ela que a gente vem ao mundo para aprender. 

Negociação: contraproposta em debate

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Publicado em 10/08/2012 www.sinditest.org.br

Nesta sexta (10), aconteceu mais uma reunião de negociação entre FASUBRA e MPOG, com a presença do MEC. Nesta reunião, a FASUBRA informou que as assembleias de base rejeitaram por unanimidade a proposta do governo de reajuste de 15% em três anos – 2013-2014-2015.

Em seguida, a FASUBRA apresentou parâmetros para contraproposta: reajuste em parcela única, melhoramento dos anexos III e IV, reposicionamento de aposentados e step de 4%. Diante da contraproposta, o governo afirmou que a possibilidade de reajuste de 15% em parcela única para 2013 está descartada.

O restante da contraposta será avaliado pelo governo e respondido em reunião de negociação agendada para o próximo dia 14 de agosto (terça) às 15 horas.

Fique atento e participe:

14/08 (terça-feira)

Em Curitiba:

14 horas: Assembleia no RU Central seguida de Ato

Nas demais cidades onde tenham campus da UFPR, UTFPR, UNILA e IFPR:

14 horas: reuniões de greve seguidas de passeatas.

Observação: o objetivo dos atos da terça-feira (14) é pressionar a negociação que estará ocorrendo em Brasília e lembrar o aniversário de dois meses do movimento grevista. Será realizado nacionalmente e deve ser noticiado pelas imprensas locais.

Delegação do SINDITEST-PR no Comando Nacional de Greve.

Assembleia de Greve

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Dia 09 de agosto  (quinta-feira)

1ª Chamada 14:00hs

2ª chamada 14:30 hs

Pauta:

1 – Informes locais e nacionais;

2- Avaliação da Proposta do governo

3 – Deliberação da proposta do governo

4. Eleição de delegados

Local: Restaurante Universitário Central da UFPR

Acompanhe a assembleia ao vivo via twitcam em @Greve_UFPR

Abaixo-Assinado Contra a Privatização do Hospital de Clínicas

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Assine aqui o Abaixo-assinado contra a privatização do HC/UFPR

Calendário das Atividades da Semana

Participe da atividade de doação de sangue!

Publicado em 08/08/2012 por Sinditest

O Sinditest-PR e os demais sindicatos de trabalhadores federais em greve realizam um ato de solidariedade social nesta quinta-feira, dia 9.

Todos estão convocados para doarem sangue ao SUS.

Compareça às 9 horas no Hemepar!
Travessa João Prosdócimo, 145, Alto da Rua XV, Curitiba, PR.

Nossa greve é para defender nossos direitos e o reconhecimento da importância social do nosso trabalho.

Vamos doar sangue, para chamar a atenção da população para esta nossa luta.

Precisamos que o governo invista na educação, na saúde e em todos os serviços públicos, com salários dignos e condições adequadas de trabalho para bem atender a população.

 CALENDÁRIO FIXO DAS ATIVIDADES

Às segundas-feiras  -14:00 às 16:00 hs – Comissão de Etica – na Sede do Sinditest

Às terças-feiras – 9hs -10 hs: Reunião das Comissões do Comando Local de Greve;

                            10hs às 12:00hs :  Reunião  do Comando Local de Greve;

Às terças-feiras – 14h: Assembleia de Greve;

Às quartas-feiras  -14:00 às 16:00 hs – Comissão de Etica – na Sede do Sinditest

Às quartas-feiras  -Manhã e ou Tarde – Seminários Temáticos e de Formação para a Categoria – os horários serão divulgados antecipadamente.

Às quintas-feiras – 9h: Assembleia de Greve.

Às quintas-feiras - 14h: Reunião do Comando de Greve UFPR e UTFPR , transmissão via videoconferência para os Campus afastados da UTFPR.

Às sextas-feiras – Cinema de greve- início 14:00hs na sede do Sinditest